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Cuidados com a alimentação das crianças no verão

 

Flavia Bulgarelli Vicentini*

 

Férias, praia, piscina, brincadeiras… O verão traz inúmeras oportunidades para a garotada brincar e se exercitar de maneira mais intensa. E, com o aumento da temperatura ambiente, a fome tende a diminuir e a necessidade de líquido aumenta. É por essa razão que alguns cuidados devem ser tomados com a alimentação dos pequenos nesta estação.

 

Para que eles possam aproveitar muito bem o verão, é imprescindível oferecer um café da manhã completo antes de sair de casa. Dessa forma, mesmo que o almoço seja mais tarde, você garante nutrientes para o período da manhã. Ofereça cereal com leite e frutas ou um sanduíche de queijo quente com leite e uma fruta ou vitamina de frutas. Se sair, leve na bolsa uma barrinha de cereais, um pacote de bolacha de bolso ou uma fruta e ofereça no intervalo entre o café da manhã e o almoço. Se estiver em casa, ofereça sempre uma fruta ou salada de frutas nos intervalos das refeições.

 

Enquanto estiver na praia ou piscina, não se esqueça de oferecer muita água para as crianças. Também vale água de coco! Nas altas temperaturas do verão, há um aumento na perda hídrica através do suor e o sinal de sede na criança indica que já houve desidratação. A água deve ser oferecida antes que esse sinal apareça. Ou seja, mesmo que a criança não peça, ofereça sempre água.

 

Se estiver na praia, os “beliscos” entre as refeições podem ser compostos por frutas, biscoitos, milho cozido, salada de frutas e sorvetes de fruta. Deve-se evitar os alimentos que contenham maionese ou leite e seus derivados como, por exemplo, o creme de leite, pois as altas temperaturas podem deteriorar esses alimentos, causando diarreia, vômitos e até uma desidratação mais grave.

 

No restaurante, não se esqueça de adicionar um alimento de cada grupo no prato das crianças: uma fonte de proteína (aves, peixes ou carne bovina e ovo); abuse das saladas de folhas e dos legumes e, por fim, complete com uma fonte de carboidrato, que pode ser arroz, macarrão, batata. E, claro, não se esqueça das frutas!

 

Aproveitem bem o verão e as Festas!

 

Um grande abraço

 

*Flávia Bulgarelli Vicentini é nutricionista responsável do Berçário Baby Babies.

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O início da liberdade

Letícia Vantulac*

Um dos momentos mais difíceis para as famílias é, com certeza, o da decisão de deixar seu filho ir para uma escola. E não pensem que esta decisão é complicada apenas quando falamos em bebês. Nada disso. Não importa quantos anos a criança tem, o que está em jogo, neste momento, é o primeiro passo que a criança dá para sua independência e, para os responsáveis, o primeiro momento de oferecer esta “liberdade”. É um desafio para ambos os lados, um novo aprendizado.

Claro que são diversos fatores que fazem com que as famílias optem por esta transição. A maioria deles, com certeza, é por conta do retorno ao trabalho, e nem sempre há a opção de deixar com algum familiar ou babá. Os responsáveis, claro, ficam com o coração na mão, preocupados se a criança se alimentou direito, se está chorando, se tirou o cochilo na hora certa, se está sentindo a falta deles. Enquanto isso, as crianças estão conhecendo algo muitas vezes novo para elas: o convívio com novas pessoas, com novos amigos, e sem a presença das pessoas que eles tanto amam e que tanto se sentem seguros.

Como pedagoga, sempre costumo dizer para aqueles que estão neste primeiro momento de separação que o que temos que ter em mente é o bem-estar da criança, e isso envolve diversos fatores. É claro que estar perto dos familiares é essencial, mas também o desenvolvimento dela, tanto motor quanto intelectual e sentimental também é preciso. É necessário, desde cedo, trabalhar questões de amizade, de laços fortes com estas novas pessoas que estão ao redor dela.

Ainda alguns pensam que, ao deixar os filhos em uma escola estão “largando”, deixando de cuidar e ensinar em um momento de tanta fragilidade. Não há porque pensar desta maneira. E pode ter certeza que seus filhos jamais pensaram algo do tipo, isso só está nas nossas cabeças, de adultos responsáveis.

Você só deixará seu filho em uma escola que confiou, correto? Então é preciso passar este sentimento para ele, mostrar que não há o que temer, que você não estará ao lado dele 100% do dia, mas que você sabe que na escola terão pessoas ótimas que poderão ajudá-lo no que for preciso. E que, se mesmo assim houver a necessidade, você irá até ele para dar total segurança.

Nos próximos posts, abordaremos questões sobre como escolher a escola, as vantagens e benefícios da criança ir para escola desde cedo, entre outros. Se quiser sugerir temas, envie um e-mail para contato@babybabies.com.br

Até o próximo post!

*Letícia Vantulac é formada em Pedagogia com pós-graduação em Psicopedagogia, professora há mais de 12 anos e diretora da Baby Babies.

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Breve…

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